v.4, n.1, 2013 PDF Imprimir E-mail
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Qui, 22 de Agosto de 2013 13:38

A EQUIPE DA RBC INFORMA QUE A FORMATAÇÃO DOS TEXTOS DESCRITOS ABAIXO NÃO É A MESMA DOS EDITORES DE TEXTO USUAIS E QUE PODE ESTAR DESCONFIGURADA. PEDIMOS DESCULPAS POR ESSE INCONVENIENTE.

 

 

Sumário da Revista Brasileira de Cunicultura,v.04 , n° 01, Setembro de 2013

1) Editorial

2) Nota técnica: Mortalidade de láparos em cunicultura

3) Padrões Raciais: a) Nova Zelândia; b) Castor Rex

4) Relato de caso: Alimentação infantil e coelhos: uma técnica de introdução de vegetais na nutrição de crianças

5) Opinião: Organização, eventos e comunicação em cunicultura

6) Artigo científico I: Comportamento pós desmame de coelhos estimulados

7) Artigo científico II: Avaliação seminal e utilização digestiva em coelhos reprodutores submetidos a dietas com diferentes níveis de zinco

8) Artigo de revisão bibliográfica: Uso de leveduras na alimentação de coelhos

 

1) Editorial

Saudações a todos os trabalhadores dos setores de produção, ensino, pesquisa e apoio da cunicultura brasileira. Nesse quarto volume da RBC, trazemos uma novidade, que é a publicação dos padrões raciais de coelhos. Durante a realização do IV SENACITEC, em Botucatu-SP, foi formada uma comissão que discutiu e elaborou os padrões das raças Nova Zelândia e Castor Rex. Assim, o resultado é apresentado nesta edição. Também há uma nota técnica elaborada com a colaboração de várias pessoas envolvidas no ensino e produção em cunicultura. Fica claro que a união de todos é fundamental.

Aproveitamos para parabenizar também os autores do relato de caso aqui publicado, os quais trabalharam com coelhos vivos para incentivar a alimentação infantil, situação nunca antes relatada. Além dos artigos científicos e de revisão bibliográfica, este volume apresenta um trabalho de opinião que discute sobre a importância da organização, dos eventos e da divulgação em cunicultura, podendo servir de base para futuras discussões e opiniões sobre o papel de todos os envolvidos na organização da cadeia produtiva da cunicultura. Esperamos que todas as informações apresentadas neste volume sejam de grande valia para todos os interessados.

Luiz Carlos Machado
Coordenador da Equipe Editorial
Presidente da ACBC

 

2) Nota técnica

Nota Técnica: mortalidade de láparos em cunicultura


Por:
Luiz Carlos Machado

Professor do IFMG Bambuí

 

 


Colaboraram para a elaboração desse trabalho:

Ana Silvia A. T. Moura

Berilo Souza Brum Jr.

Edson Ruiz

Ivan Araújo

Lilia Diana Haitz

Luiz Henrique Lima de Mattos

Marilia T S Padilha

Rosemary Carvalho

Walter Motta Ferreira

Wellington Pedrosa

Yuri De Gennaro Jaruche

Atualmente, a elevada taxa de mortalidade é um dos maiores problemas observados na cunicultura, sendo mais alta que a observada em outras espécies comerciais. É fundamental que os meios acadêmico e produtivo discutam esse problema, identificando as causas e apontando as soluções. Essa nota foi criada a partir do fórum de discussão em cunicultura, havendo a colaboração de estudantes de pós graduação, professores e produtores, e objetiva discutir e propor melhorias para o problema.

A mortalidade de láparos é verificada principalmente nos primeiros dias de vida. Em pequenas granjas, o controle individual sobre os animais é maior, e a mortalidade pode ser menor, sendo agravada em grandes granjas. É comum se verificar mortalidade média de 20% no plantel. Este alto número de animais perdidos é uma situação preocupante.

Quando se trabalha com animais nova zelândia branco, é comum se observarem ninhadas de 10 a 12 filhotes. Considerando que a fêmea apresenta quatro pares de tetas e que permanece apenas alguns minutos por dia no ninho, é essencial que parte desses filhotes sejam distribuídos. Para isso, o cunicultor deverá cruzar suas coelhas em dias próximos. Os animais não poderão ser transferidos com mais de três dias de idade, pois a rejeição seria maior. Além disso, não é aconselhável que uma fêmea receba mais de três láparos. Pode-se propor a padronização de oito láparos por coelha.

Uma das principais causas levantadas, de fundamental importância para os cunicultores, é a qualidade nutricional da ração utilizada para as matrizes. Uma matriz que não receba o aporte de nutrientes necessário, em quantidade e qualidade, não conseguirá levar sua gestação adiante, havendo aborto ou ainda se os animais chegarem a nascer, não haverá leite suficiente para todos, elevando a mortalidade. Há relatos de escolas que adquiriram ração de forma inadequada, a partir de sistema de licitação ou pregão eletrônico, onde as rações não condiziam com o solicitado. É importante salientar que quanto menor o intervalo entre partos adotado, maior deve ser o aporte nutricional e melhor deve ser a qualidade nutricional da ração. No mercado há vários alimentos de baixa qualidade, principalmente destinados a criações caseiras, havendo grandes perdas quando são utilizadas para sistemas que têm ritmo reprodutivo mais intenso. As rações específicas para reprodução disponíveis no mercado são as que apresentam pelo menos 17% de proteína bruta. Portanto é fundamental que o cunicultor adquira rações de boa qualidade nutricional, específicas para animais reprodutores, as quais apresentam níveis mais elevados de alguns nutrientes. O cunicultor deve limitar a quantidade para coelhos reprodutores, matrizes vazias até 20 dias de gestação e matrizes em reposição, mas para as fêmeas no terço final de gestação e com filhotes, a ração deve ser à vontade.

Deve-se lembrar que a matriz, próximo ao pico de lactação, entra em déficit energético, havendo perda de peso, o que é agravado em situações onde se usam rações de baixa qualidade nutricional. A recuperação da matriz durante a fase de pré-gestação poderá ser fundamental. O cunicultor deverá escolher quantos dias deverá esperar para novo cruzamento após o parto. Esse intervalo poderá ser reajustado, caso se veja essa necessidade. É recomendável que o cunicultor procure assistência técnica para essa escolha. Pode acontecer de a matriz estar obesa, o que prejudicará a fertilidade. Nesse caso, poderá ser adotada restrição alimentar, fornecendo metade da ração anteriormente fornecida, até que se retorne à condição normal.

Não há ainda no Brasil, sucedâneos específicos para láparos. Há uma pesquisa iniciando os estudos nessa área, onde são testados sucedâneos alternativos administrados com auxílio de uma mamadeira para gatinhos, facilmente encontrada em lojas especializadas. Deve-se lembrar que cada filhote sai para o cunicultor por cerca de R$ 3,00 e que a recuperação de alguns filhotes pode ser interessante para o aumento dos lucros.

Em situações de calor excessivo, a matriz ingere menor quantidade de ração, o que contribuirá para aumento da mortalidade e abandono. Pode ser interessante que se usem dietas específicas para essa situação, havendo maior concentração de nutrientes para minimizar os problemas. O cunicultor deverá procurar a indústria de ração para poder verificar a possibilidade disso, embora ainda seja distante quando se fala em cunicultura, pois o volume de ração produzido é muito baixo. A temperatura da água também deve ser monitorada, pois os animais ingerem menos água se esta estiver numa temperatura mais elevada, gerando graves problemas. Deve haver água fresca a vontade.

O material utilizado para a confecção dos ninhos é muito importante. Há materiais com cheiros fortes e repulsivos que não devem ser usados. Caso se use maravalha, essa não pode ter resíduo de tratamento de madeira. Quando se utiliza casca de arroz, os animais podem ingerir um pouco deste material, havendo alta mortalidade devido à perfuração do esôfago. Além disso, um capim mal seco pode favorecer o desenvolvimento de fungos. Os ninhos deverão ser furados, pois muitas fêmeas costumam urinar dentro do ninho. No Brasil os ninhos de madeira são mais utilizados, embora possam alojar quantidade considerável de microorganismos. Na situação de calor excessivo, o ninho deverá ser muito bem escolhido, devendo o cunicultor usar ninhos abertos, pois garantem temperatura mais amena. Em situações de calor excessivo, as coelhas podem parir fora do ninho. Já em épocas mais frias, os cunicultores podem optar por ninhos fechados e considerando ainda que o frio excessivo é também uma das causas para elevação da mortalidade, alguns colegas relatam o aquecimento artificial dos filhotes, havendo a utilização de lâmpadas ou ainda ninhos aquecidos com a utilização de resistências. Assim, os cunicultores podem ter diferentes tipos de ninhos no coelhário usando-os conforme a época do ano. Atualmente são discutidas e pesquisados outros tipos de ninhos como os acoplados a gaiola, os ninhos com aquecimento artificial, como relatado acima, ou ainda o ninho toca, que simula a toca natural do animal. É fundamental que esse ninho seja limpo e seco ao sol antes da reutilização. Devemos lembrar que os lucros do cunicultor começam no ninho, devendo este estar bem limpo para receber os animais.

É necessário lembrar que coelhas primíparas têm maior dificuldade para cuidar dos filhotes, o que poderá gerar aumento na taxa de mortalidade, quando se inicia a atividade. Sempre que possível, o cunicultor deve estar de plantão nos dias de maior taxa de nascimento, visitando e permanecendo no coelhário sempre que possível.

Uma situação observada por vários, sem explicações evidentes, é a morte de algumas matrizes sem quaisquer sinais clínicos, principalmente em momentos que antecedem o parto, não estando claros ainda os motivos desta ocorrência. Outro colega relatou a morte de láparos com idade entre 45 a 60 dias de idade, sem quaisquer sinais clínicos, sugerindo morte súbita. Essa situação é incomum, não sendo relatada pela maioria. Nessa idade poderá aparecer também diarréia. É importante que o cunicultor forneça alimentação verde, principalmente de alimentos que proporcionem melhoria na saúde intestinal. Para este fim, é relatado o uso de folhas e talos de bananeira, rami, capim elefante, etc. Essa prática é interessante também para redução do estresse dos animais. Ainda para redução da diarréia, pode ser utilizado 1 a 3 gotas de mebendazol por três dias.

A coelha poderá abandonar as crias caso perceba que os filhotes não são seus, numa possível transferência de filhotes sendo esta uma prática comum na cunicultura. Pode ser interessante que o tratador confunda o animal utilizando materiais com cheiro forte. Pode ser usado um chumaço de folhas de erva-cidreira, e passar nos láparos para que mantenham esse cheiro e a mãe não consiga distinguir. Há também dicas para passar materiais de cheiro forte, no focinho da coelha, para que o cheiro dos filhotes seja confundido.

Outro fator a ser considerado, dentre as diversas condições ambientais, é o barulho. Em situações de barulho em excesso as coelhas poderão abortar, abandonar as crias, produzir menos leite, pois toda a fisiologia do animal estará alterada. Assim, o cunicultor deverá prezar pela tranquilidade. É importante que as matrizes estejam em boas condições sanitárias durante a gestação e após o parto. É necessário vistoriar cabeça, corpo e membros dos animais, além de fazer uma desinfecção bem feita nos ninhos entre os partos.

Algumas coelhas parem filhotes já mortos. Caso se passe o tempo para que os animais nasçam, se observando mal estar elevado no animal, pode ser interessante a administração de oxitocina para nascimentos desses filhotes, devendo essa administração ser feita sob orientação técnica.

Os cunicultores devem registrar as mortes para depois analisá-las em conjunto, podendo neste momento discutirem as causas e apontar as formas de minimizar o problema.

 

3) Padrões raciais

a) Nova Zelândia (Branco, vermelho ou preto)

Origem: EUA; Aptidão: Carne e Pele; Pelagem: Branca (NZB), vermelha (NZV) ou preta (NZP); Comprimento do pelo: Médio (Comp. 2,5 – 3,0cm); Tamanho: Médio; Peso adulto: 4,5Kg [(Macho: 4,0 – 4,5Kg e Fêmea: 4,5 – 5,0Kg), (Mín.: 4,0Kg e Máx.: 5,0Kg)]. Cabeça: Tamanho regular em proporção ao corpo. O macho apresenta perfil arredondado (encarneirado) e a fêmea um perfil afilado (encavalada). Pescoço bem inserido de difícil visualização; Olhos: Seguem a cor da pelagem, sendo despigmentados nos animais brancos (róseos ou vermelhos); Orelhas: Pequenas em relação ao corpo, carnudas, em V e levemente arredondadas nas pontas, Max. 12,5cm; Tronco: Cilíndrico, lombo bem desenvolvido; Membros: São mais fortes no macho, apresentando os quartos posteriores arredondados, com musculatura bem desenvolvida; Unhas: Acompanham a cor da pelagem; Cauda: Inserção vertical.

Histórico

Apesar da denominação da raça se relacionar com um país da Oceania, foi na América do Norte, mais especificamente nos EUA em 1916, que os coelhos Nova Zelândia tiveram origem, com a proposta de se aperfeiçoar a produção de carne e a comercialização de peles. Após a Segunda Guerra Mundial (1945), foram importados para o Reino Unido onde foi criada também a variedade azul. A raça é o produto do cruzamento de diversas raças como Branco Americano X Angorá. Em 1960 criou-se a variedade preta, utilizando a raça Chinchila. Por  sua semelhança com o Gigante de Flandres se suspeita de alguma influência desta raça na formação da Nova Zelândia.

Características e índices zootécnicos

Atualmente é a raça mais criada, tanto mundial quanto nacionalmente, por apresentarem boa proporção corporal, tendo garupa arredondada, região lombar cheia e costelas com boa cobertura muscular, propiciando carcaças de ótima qualidade e rendimento. Apresenta o quarto posterior arredondado, com musculatura desenvolvida e sem depressões. É também a ração mais utilizada para pesquisa em laboratórios, principalmente relacionadas a cirurgias e uso de medicamentos.

São animais muito rústicos, altamente precoces (chegam a pesar entre 1800 a 2500g entre oito e dez semanas) e bastante prolíferos. Muito utilizada para cruzamentos industriais, principalmente com a raça Califórnia (CAL). Atualmente, tem se verificado bons resultados de desempenho que são verificados em animais mestiços produzidos a partir do cruzamento entre os NZB e linhagem Botucatu.

A pelagem é uniforme, brilhante e densa, exceto nas orelhas para resfriar o sangue do animal. Apesar de possuírem três variedades de pelagem, os NZB são os mais comumente criados em todo o globo pela facilidade de comercialização das peles brancas que são propícias ao tingimento pelas diversas cores.

As coelhas são prolíferas, sendo comuns ninhadas com 10 filhotes. As reprodutrizes são boas produtoras de leite, calmas, apresentando boa habilidade materna.

Desclassificação

A desclassificação em exposição ou para efeito de seleção ocorrerá por algum dos seguintes itens: ausência ou deformação de um ou mais membros ou partes do corpo; doenças clínicas ou subclínicas; anomalias; cegueira, surdez e/ou paralisia, sejam elas totais ou parciais; prognatismo, retrognatismo ou desvio lateral da mandíbula; pesos fora das referências da idade do animal; orelha(s) torta(s), caída(s) ou em forma de U; manchas na pelagem; alopecia (ausência pontual de pelos); olhos e unhas que não acompanham a coloração da pelagem; papada dupla.

Curiosidades

As peles dos coelhos com avaliações mais elevadas podem ser usadas ​​para alta confecção e adornos para vestimenta. As peles consideradas mais vulgares podem ser usadas para produção de chapelaria, couros e pelicas, forros e luvas.

 

b) REX (Castor rex e variedades)

 

Origem: França; Aptidão: Pele e Estimação; Pelagem: Diversas cores e padrões conforme a variedade; Comprimento do pêlo: Extra-curto (<1,3cm); Tamanho: Médio; Peso adulto: 4,0Kg [(Macho: 3,8Kg & Fêmea: 4,2Kg), (Mín.: 3,5Kg & Máx.: 4,5Kg)]; Cabeça: Tamanho regular em proporção ao corpo. O macho apresenta perfil arredondado (encarneirado) e a fêmea perfil afilado (encavalada); Olhos: Acompanham a cor da pelagem em tons escuros; Orelhas: Proporcionais ao corpo, ligeiramente ponteagudas, bem inseridas em V. Compr. 13cm/ Tronco: Cilíndrico; Membros: Arredondados, com musculatura bem desenvolvida e boa cobertura; Unhas: Escuras; Cauda: Inserção vertical.

Histórico

Os coelhos que apresentavam pelagem extracurta já eram observados há muitos anos, mas como muitos nasciam menores que o desejado os cunicultores acabavam os rejeitando, ainda que apresentassem notável beleza com diversos padrões e cores de pelagem. Na maioria das vezes eram mortos logo após o parto. A introdução da raça Rex no mundo dos concursos de coelhos atribui-se ao abade M. Gillet, um francês que exibiu pela primeira vez esta nova mutação na Exposição Internacional de Paris.

Em 1919, D. Callion, realizou experimentos genéticos com os coelhos Rex e afirmou que eles formavam, verdadeiramente, uma raça. M. Gillet continuou com seus cruzamentos e logo obteve o primeiro exemplar de Castor Rex, a variedade iniciante da raça Rex que nunca tinha sido exibido no mundo, até aquele momento. Daí em diante, inúmeras variedades de Rex surgiram.

Características e índices zootécnicos

O Rex original é uma raça de médio porte, apresentando pelagem muito diferente de todas as demais. Seus pelos são muito curtos e assemelham-se ao veludo, pois os pelos protetores (bourrée) são do mesmo tamanho que os pelos guardas (Jarre). A pelagem é de excelente qualidade para a peleteria, obtendo plena aceitação no mercado. O Castor Rex é a variedade mais conhecida dos Rex e propagada entre os cunicultores, apresentando pelagem castanha escura, semelhante à dos castores, sendo mais escura na parte superior, decaindo para o laranja ao redor dos olhos e bege mais claro no ventre. Atualmente, existem pelo menos outras duas dezenas de variedades Rex com predominância as de cores branca, castor negro, azul de viena, chinchila e pintado. Não são animais muito rústicos, possuindo baixa resistência à doenças e elevada mortalidade de recém-nascidos, sendo um agravante o baixo volume de pelos usados pelas fêmeas para confeccionarem seus ninhos. Além disso, são pouco prolíferos e sensíveis à calosidade por possuírem poucos pelos plantares. Para minimizar esses problemas, pode-se selecionar sempre animais mais vigorosos.

A maturidade do pelo é mais tardia do que o de outras raças com pelo médio, podendo levar até seis meses para maturar e suportar melhor o processo de curtimento.

Desclassificações

Ausência ou deformidade de um ou mais membros ou partes do corpo; doenças clínicas ou subclínicas; anomalias; cegueira, surdez e/ou paralisia, sejam elas totais ou parciais; prognatismo, retrognatismo ou desvio lateral da mandíbula; peso fora das referências mínimas e máximas permitidas; orelha(s) torta(s), caída(s) ou desproporcionais ao corpo; ausência pontual (alopecia) de pelos; olhos e unhas que não acompanham a coloração da pelagem; pelagem sem aveludamento; pelos maiores do que o máximo permitido.

Curiosidades

· Rex pode ser entendido, também, como o tipo de pelagem curta em coelhos;

· A pelagem Rex já é observada em raças mini (anões) de coelhos de estimação que igualmente apresentam diferentes padrões e cores;

· A pelagem Rex é de alto valor agregado no mercado mais sofisticado de peles.

 

 

4) Relato de caso: Alimentação infantil e coelhos: uma técnica de introdução de vegetais na nutrição de crianças

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Alimentação infantil e coelhos: uma técnica de introdução de vegetais na nutrição de crianças.

Infant feeding and rabbits: a technique of introduction vegetables on children nutrition.

Alimentación infantil y conejos: una técnica de introducir vegetales en la nutrición de los niños.

TORRES, Nice Vilar,

Graduando em Técnico em Pecuária pela Escola Estadual Técnica de Agricultura, Viamão/RS

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KWIECINSKI, Rafael de Souza,

Graduando em Técnico em Pecuária pela Escola Estadual Técnica de Agricultura, Viamão/RS

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VARGAS, Igor Machado de,

Professor de cunicultura da Escola Estadual Técnica de Agriculturas, Viamão/RS

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RESUMO

Atualmente, tem-se preocupado muito com a saúde da população mundial, especialmente com a de crianças e adolescentes, visto que a obesidade nestas faixas etárias é frequente. Sabemos que isso acarretará graves riscos, pois são maiores as chances de doenças mais graves, como hipertensão e diabetes e posteriormente seu óbito precoce, quando então na idade adulta. De acordo com tal, desenvolveu-se um projeto que incentivará as crianças a apreciarem alimentos saudáveis, como frutas, verduras e legumes, observando um coelho. Isso se dará pelo método da imitação, já que estas são influenciáveis conforme seus exemplos. Os alunos desenvolvedores da pesquisa a aplicaram em duas instituições de educação infantil, onde expunham o coelho e os alimentos defronte as mesmas e as incitavam a ingeri-los, baseados na observação do animal. As respostas foram muito positivas: trabalhando-se com uma gama de 160 crianças alcançou-se o índice de 98,12% de aprovação do método, por livre iniciativa dos pequenos, sem forçá-las ou qualquer outra situação que não fosse afável para eles.

Palavras-chave: coelhos, alimentação, crianças.

ABSTRACT

Currently, there has been much worried with the health of the world population, especially with children and adolescents, since obesity in these age groups is common. We know that this will cause serious risks, as they are the greater the chances of more serious diseases such as hypertension and diabetes, and subsequently his early death, whereupon adulthood. According to this, it has developed a project that encourages kids to appreciate healthy foods like fruits and vegetables, watching a rabbit. This will be the method of imitation, since these are influenced as their examples. Students research the developers applied in two educational institutions, where the rabbit exposed and facing the same food and incited ingest them, based on observation of the animal. The responses were very positive: working with a range of 160 children was reached the rate of 98.12% approval method, through the free initiative of small, without forcing them or any other situation that was not affable to them .

Keywords: rabbits, feeding, children.

RESUMEN

En la actualidad, ha habido mucho que ver con la salud de la población del mundo, especialmente con los niños y adolescentes, ya que la obesidad en estos grupos de edad es común. Sabemos que esto va a causar graves riesgos, como que son mayores las posibilidades de enfermedades más graves como la hipertensión, la diabetes y posteriormente a su muerte temprana, en la edad adulta. De acuerdo con esto, se ha desarrollado un proyecto que anima a los niños a apreciar los alimentos saludables como frutas y verduras, viendo un conejo. Este será el método de la imitación, ya que estos están influenciados como sus ejemplos. Los estudiantes que desarrollaron el estudio que se aplican en dos instituciones educativas, donde el conejo expuesto y ante la misma comida e incitó a ingerirlos, basado en la observación del animal. Las respuestas fueron muy positivas: el trabajo con una serie de 160 niños que se alcanzó la tasa de aprobación del método de 98,12%, a través de la libre iniciativa de los pequeños, sin forzarlos o cualquier otra situación que no fue afable con ellos .

Palabras Chave: conejos, alimentación, niños.

1.

INTRODUÇÃO

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, a obesidade é considerada uma epidemia mundial. No Brasil, 60% dos adultos têm sobrepeso (estágio inferior à obesidade) ou já estão obesos. Entre crianças e adolescentes, os números também assustam: entre 5 e 9 anos, 33,5% estão com sobrepeso e 14,3%, obesas.

A obesidade infantil e o excesso de peso na infância e adolescência representam um grande problema de saúde pública em diversos países, e preocupam cada vez mais os órgãos responsáveis pela saúde, devido ao crescimento da sua prevalência e ao seu aparecimento como uma questão de importantes repercussões biopsicossociais. (BALABAN 2004)

Um dos principais e talvez mais importante fatores de influência na prevalência da obesidade infantil é o aumento da ingestão de alimentos com alto teor de gordura e açúcar, isso associado ao comportamento sedentário causado pela redução das atividades físicas diárias. (NIEDERER et al 2009). Além disto o difícil acesso a alimentos mais saudáveis também podem contribuir para o aumento de peso. (COLE ET AL 2000)

"As crianças estão cercadas de anúncios estimulando-as a consumirem alimentos ricos em gordura, ricos em açúcar e ricos em sal, mesmo quando estão em locais onde deveriam ser protegidas, como escolas e instalações esportivas", disse Zsuzsanna Jakab, diretora regional da OMS na Europa”.

É importante que se estimule as crianças a consumirem uma refeição bem nutritiva, equilibrada e variada, com todos os nutrientes necessários, ou seja, com frutas, verduras, legumes, carboidratos e proteína.

Diante disto, foi desenvolvido um projeto para incentivar crianças a consumirem uma alimentação saudável ao observarem coelhos (Oryctolagus cuniculus) alimentando-se, atribuindo hábitos herbívoros à sua dieta diária, onde existam fibras, vitaminas, minerais, entre outros elementos presentes nos vegetais, caracterizando assim uma alimentação balanceada, rica em nutrientes.

A escolha da espécie justifica-se em função da docilidade, possuir uma aparência terna e não oferecer riscos às crianças, mesmo àquelas que apresentem doenças respiratórias como a asma, bronquite, rinite e etc. (MENEZES 2011). Além disso, o animal auxilia a evitar o desperdício de partes vegetais que normalmente não são utilizadas na alimentação humana (talos, folhas e outros), pois este os consome naturalmente. Vale ressaltar que ao escolher o tipo bicho de estimação, a pessoa pode adotar um roedor, como por exemplo, um porquinho-da-índia, pois este apresenta as mesmas vantagens acima citadas.

2. OBJETIVOS

Divulgar o projeto inicialmente na comunidade escolar, abrangendo os alunos e suas famílias, buscando uma alternativa de auxilio aos pais para indicar aos filhos o melhor caminho na hora de escolher o que irá consumir.

Introduzir legumes, vegetais e frutas na alimentação de crianças de um modo que estas se sintam estimuladas a consumir o mesmo por meio da visualização da alimentação de seu animal de estimação.

3. METODOLOGIA

Consultou-se os profissionais Patrícia Garcia Vilar Torres e Miguel Ângelo Peixoto Torres, Engenheiros Agrônomos, que há alguns anos executaram tal trabalho com sua filha, Nice Vilar Torres e fez-se o levantamento da literatura para obter informações para a execução do projeto. Crianças de idades variadas foram reunidas para questionamento quanto aos seus hábitos alimentares e a relação que estas possuíam com frutas, verduras e legumes.

Apresentou-se os coelhos às crianças; destacando-se seus hábitos alimentares e iniciou-se o processo de alimentação tendo em base a observação do animal.

As crianças alimentaram-se acompanhando a ingestão de alimento semelhante ao do coelho e questionadas quanto à apreciação dos alimentos.

Mediante o fato de ser questionado quanto ao embasamento científico do projeto, os alunos buscaram uma escola de educação infantil para aprimorá-lo e comprovar a tese científica na qual este se baseia.

Duas instituições adotaram esta pesquisa dentro de suas instalações num período de duas semanas. Em uma instituição os alunos executaram a pesquisa e na outra, a diretora se encarregou de tal. Foi observado 157 crianças, com idades variadas entre 3 e 8 anos, distribuídas em turmas de cerca de vinte alunos, divididos nas duas instituições acima citadas.

No dia 12 de junho de 2013, foi disponibilizado o material para execução da pesquisa à escolinha Pé de moleque, que se comprometeu a ficar com o animal e os utensílios deste dentro de suas dependências.

Também foi entregue um documento contendo as orientações necessárias para manter o animal em situação de bem-estar durante a pesquisa. A diretora, Tisiane Brum, encarregou-se de realizar os relatórios e tirar fotografias e, no final do tempo pré-estabelecido pelos alunos foi entregue o relatório devidamente organizado, datado e detalhado.

No dia 17 de junho de 2013, os alunos encaminham-se até a instituição Lápis de Cor, onde estes desenvolveram a pesquisa.

Ao fim de toda a parte prática do desenvolvimento da pesquisa, os alunos fizeram sua síntese a partir dos relatórios obtidos bem como das fotografias.

3.1 MATERIAIS

Vegetais para a experiência de alimentar crianças com a observação do coelho:

alface – Lactuca sativa (TORRES&TORRES, 2009),

banana – Musa balbisiana (BARBOSA, 2007),

bergamota – Citrus bergamia (Wikipédia, 2013),

beterraba – Beta vulgaris (TORRES&TORRES, 2009),

cenoura – Daucus carota (TORRES&TORRES, 2009)

couve – Brassica oleracea (MENEZES, 2009)

maçã – Malus sylvestris (portalsaofrancisco, 2013),

melão Cucumis melo (CABRAL, 2013),

pêra - Pyrus comunis (BALBACH, 2006)

tomate – Solanum lycopersicum (DANUSIA, 2012);

 

· Coelhos das raças Nova Zelândia Vermelho, Nova Zelândia Branco e Nova Zelândia Negro de respectivamente 4 anos, 7 meses e 2 meses de idade;

· Dois comedouros, sendo um para coelhos e outro para cães (pois a loja em que o segundo fora comprado não possuía para coelhos) ambos com capacidade para 500g

· Dois bebedouros para coelhos, um com capacidade para 300mL e outro para 100mL

· Três gaiolas, duas com 50cm x 50cm x 40cm e outra com 150cm x 50cm x 50 cm, sendo esta posteriormente inutilizada devido sua dificuldade de transporte;

· Uma câmera digital da marca SONY, modelo DSC-W110;

· Um notebook da marca Acer, modelo Aspire 5733Z-4833;

· Um pen drive da marca Datatraveler, modelo 102 – azul;

· Jornais de datas anteriores;

· Kit de limpeza constituído de desinfetante, uma embalagem de palha de aço e um pacote de flanelas laváveis.

4. RELATO DE CASO

O presente estudo iniciou-se em 2012, na localidade de Viamão – RS. O projeto foi iniciado por ideia dos alunos, baseados na experiência que o Eng. Agrônomo Miguel Ângelo Peixoto Torres, vivenciou com sua filha Nice Vilar Torres, aos dois anos de idade, visto que ela não apreciava verduras, onde após esta experiência ela passou a ingerir alimentos saudáveis de forma muito natural.

Os alunos Nice Vilar Torres e Rafael de Souza Kwiecinski, estudantes da Escola Estadual Técnica de Agricultura, foram assessorados por uma equipe constituída de um veterinário, uma pedagoga e dois agrônomos a fim de realizarem este experimento, tentando comprovar a teoria de que é possível que crianças consumam alimentos saudáveis observando os coelhos.

A primeira fase do projeto iniciou-se em 2012, na própria escola, com três crianças de idades variadas e um coelho. No entanto, ao apresentarem o trabalho na 9ª Mostra das Escolas de Educação Profissional, ocorrida em Tramandaí – RS, os avaliadores questionaram o fato de tal projeto possuir pouca relevância científica por possuir apenas três crianças e um coelho. Assim sendo, realizou-se esta pesquisa em escolinhas de educação infantil, a fim de obter melhores resultados com embasamento cientifico.

Em 2013 duas instituições adotaram esta pesquisa dentro de suas instalações num período de duas semanas. Em uma instituição os alunos executaram a pesquisa e na outra, a diretora se encarregou de tal. Foi observado 157 crianças, com idades variadas entre 3 e 8 anos, distribuídas em turmas de cerca de vinte alunos, divididos nas duas instituições acima citadas.

Observou-se que a convivência das crianças com os coelhos, que contem características de docilidade e aparência terna (coisas que de fato atraiam as crianças) incentivou não só o lado nutricional das mesmas, mas também, o social, promovendo uma integração amistosa, estimulando a coordenação motora, o sentimento de afeto natural entre criança - animal e uma boa troca de experiência entre os indivíduos submetidos a este experimento.

Foi programado um mês para o aparecimento dos resultados, no entanto, nos primeiros dias estes já ocorreram. Ao fim, unindo as três crianças do ano de 2012 com as 157 do ano de 2013, totalizaram-se 160 crianças, com 98,12% da aprovação do método, onde apenas três o rejeitaram.

As crianças maravilharam-se com os coelhos e requisitaram aos seus pais que repetissem a experiência em suas casas, comprovando que é possível alimentar crianças estimulando uma alimentação saudável, baseadas na observação de coelhos.

5. RESULTADOS

As crianças obtiveram uma aceitação melhor que a esperada, sendo necessários dois dias de visualização para que resultados positivos aparecessem. Assim sendo, o prazo estipulado pelos alunos de um mês para total aceitação de verduras sem a observação reduz-se para duas semanas;

Crianças de maior idade (5-6 anos) apresentam resultados mais rápidos que crianças pequenas (três anos) em função de estas às vezes criarem fobias em torno do animal, com ideias de que possa mordê-las. No entanto, quanto mais cedo iniciar este processo, mais duradouras permanecem suas respostas;

· Tanto frutas como verduras e legumes tem total aceitação, em igualdade;

· Lidou-se com uma gama de 170 crianças, com idades variadas entre três a oito anos, obtendo-se 98,12% de aceitação, onde todas estas aprovaram sua metodologia. Pais e professores elogiaram a pesquisa, expondo que as crianças levaram para casa tal ensinamento, buscando uma alimentação saudável não apenas em ambiente escolar, como em ambiente familiar também;.

6. CONSIDERAÇOES FINAIS

Este projeto foi realizado com o intuito de auxiliar na formação da alimentação infantil. Consideramos que a criança é um ser influenciável, devido à sua alta capacidade de aprendizado. A palatabilidade de cada alimento é variável de indivíduo para indivíduo. No entanto, começar a apreciar determinados alimentos de uma forma fácil e tranquila é naturalmente de mais fácil aceitação pelos pequenos. Estamos lidando com indivíduos, seus resultados pessoais podem variar conforme suas experiências de vida, seus conceitos, a educação que lhe fora dada e outros fatores.

As crianças observadas nesta pesquisa receberam positivamente os alimentos oferecidos após ter observado coelhos alimentando-se. Estas responderam que apreciaram os vegetais que lhes foram apresentados, declarando que repetiriam a experiência posteriormente.

Sendo assim é possível que crianças desenvolvam hábitos alimentares saudáveis com a companhia de um animal de estimação que demonstre hábitos alimentares saudáveis. Além disto, ter um animal como o coelho em casa auxilia a evitar o desperdício, pois o mesmo ingere talos, cascas e folhas.

7. REFERÊNCIAS

  • BALBACH, Alfons. As Frutas na Medicina Natural, 2006;
  • BARBOSA, Edglay Lima. Plantas Arbóreas Frutíferas, 2007;
  • BALABAN, G. and G.A.P. Silva. Efeito protetor do aleitamento materno contra a obesidade infantil. J Pediatr (Rio J), 2004. 80(1): p. 7-16.
  • CABRAL, Gabriela. Melão 2013;

· COLE, T.J., et al. Establishing a standard definition for child overweight and obesity worldwide: international survey. BMJ, 2000. 320(7244): p. 1240-3.

  • DANUSIA, Bárbara. Tomate - aromas e sabores da boa lembrança, 2012;
  • FEITORIA; Elizabete. As alergias provocadas pelos animais, 2004;
  • LOBO; Bruna Leão. Arte da educação infantil: projeto: alimento saudável, 2008
  • MENEZES, Marina. Couve, 2009.
  • MENEZES, Rodrigo. Mini coelhos: perguntas frequentes, 2011.

· NIEDERER, I., et al. Influence of a lifestyle intervention in preschool children on physiological and psychological parameters (BALLABEINA): study design of a cluster randomized controlled trial. BMC Public Health, 2009. 31(9): p. 94.

  • TORRES, Miguel Ângelo Peixoto; TORRES, Patrícia Garcia Vilar. Guia do Horticultor. Porto Alegre: Rígel. 2009. 200 p. p 66, 78, 84.
  • http://www.paraquenaolhefalteoar.com/doenças_respiratórias/asma

Acesso: 16/06/2012

  • http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/maca/maca.php

Acesso: 23/06/2013

  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Citrus_bergamia

Acesso: 23/06/2013

Agradecimentos

Agradecemos ao Professor, Igor Machado de Vargas, nosso orientador; ao professor Henrique dos Reis Noronha, nosso médico veterinário que supervisionou o nosso projeto, zelando pelo bem-estar animal; aos professores Maria Conceição Cordova Gonçalves e Isabel Veiga, que auxiliaram-nos, disponibilizando informações e materiais compatíveis com o projeto; Alexandre Nessy e Cintia Kaiser; Rudiney Lopes e Fábio Nunes que cederam seus filhos para o desempenho de tal trabalho.

Também agradecemos aos pais do aluno Rafael, Paulo Roberto Kwiecinski e Adriana Kwiecinski (sendo esta nossa pedagoga que supervisionou esta pesquisa, visando pela parte educacional das crianças), onde estes colaboraram com diversos fatores, auxiliando-nos e orientando-nos e também transportando-nos; aos engenheiros agrônomos, pais da aluna Nice, Patrícia Garcia Vilar Torres e Miguel Ângelo Peixoto Torres, que realizaram esse processo há alguns anos e deu-nos a base para a execução desse projeto, além de nos orientarem e transportarem e finalmente; às instituições de ensino infantil Pé de moleque e Lápis de cor, ambas situadas em Viamão, que abriram seu espaço para a aplicação de nossa pesquisa utilizando-se de suas instalações, espaço físico, profissionais, tempo e paciência para tal.

 

5) Opinião

ORGANIZAÇÃO, EVENTOS E COMUNICAÇÃO EM CUNICULTURA


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6) Artigo científico I:

COMPORTAMENTO PÓS DESMAME DE COELHOS ESTIMULADOS

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7) Artigo científico II:

AVALIAÇÃO SEMINAL E UTILIZAÇÃO DIGESTIVA EM COELHOS REPRODUTORES SUBMETIDOS A DIETAS COM DIFERENTES

NÍVEIS DE ZINCO

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8) Artigo de revisão bibliográfica:

USO DE LEVEDURAS NA ALIMENTAÇÃO DE COELHOS

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Última atualização em Qui, 10 de Agosto de 2017 13:44